a Unidade de Todas as Coisas

We're not the same:

Hoje quando a chuva da tarde caiu eu me senti um bocado só.
Era 17h12.

Publicado em 04 de março de 2006 às 04:26 por frazao

Comentários

  1. one
    • Normal, coisas da vida. Conforme-se.
    • por two
    • 04.Mar.2006 às 14:20 - Permalink - Reportar
    two
    • mas, foi somente exatamente as 17:12, no próximo minuto passou?
    • por ju...ju...
    • 04.Mar.2006 às 19:24 - Permalink - Reportar
    ju...ju...
    • Eu tb senti sua falta....hahahahahahahahahaha
    • por ricardo O haggi
    • 05.Mar.2006 às 00:35 - Permalink - Reportar
    ricardo  O  haggi
    • puxa vida... passei depois para bater um papo e vc tava ocupado... hehe
    • por wjcoelho - off
    • 06.Mar.2006 às 17:52 - Permalink - Reportar
    wjcoelho - off
    • A MATERIA SOBRE A JAQUELINE MATIELLO..
      EU ESTAVA LA NO ACAMPAMENTO E FAZIA PARTE DO GRUPO DE AMIGOS DELA...
      EU SOU AQUELE CABELUDO NAO SEI SE VOCE LEMBRA?

      - BOM AMIGO PRECISO CONVERSAR COM VOCE... POR FAVOR ENTRE EM CONTATO COMIGO

      TZAKZII@GMAIL.COM
    • por ALLAN MARQUES
    • 15.Mar.2006 às 03:03 - Permalink - Reportar
    ALLAN MARQUES
    • Acontece...

      Oi, gostaria de falar com vc sobre o diálogo Crátilo, seria possível entrar em contato comigo?

      mariza.perrut@gmail.com
    • por marizaperrut
    • 15.Mar.2006 às 12:48 - Permalink - Reportar
    marizaperrut
    • mala,
      dê uma lida na coluna do ferreira gular deste domingo na ilustrada. uma comédia magnífica:

      “Último ato

      Como registrei aqui alguns momentos da comédia das CPIs, não poderia deixar de mostrar o ato final da CPMI dos Correios, em que o espetáculo atingiu talvez o seu ápice, não pelo que revelou, mas por nada ter revelado.
      Era a última sessão pública daquela CPI e nela foi ouvido o publicitário Duda Mendonça, que veio munido de um salvo-conduto do Supremo Tribunal Federal, concedendo-lhe o direito de não responder a perguntas que o incriminassem. É estranho, mas é a lei. Foi tão surpreendente o que ocorreu ali que me sinto compelido a mostrá-lo, não como narrativa e sim como alegoria.
      Relator - Senhor Duda Mendonça, V.S. declarou em depoimento anterior que recebeu R$ 10 milhões do PT. Confirma essa declaração?
      Duda - Lamento, mas não vou responder.
      Relator - Esse dinheiro seria o pagamento de parte dos serviços que o senhor prestou ao PT durante campanha presidencial de 2002. Confirma?
      Duda - Lamento, mas não vou responder.
      Relator - É verdade que sua filha tentou transferir para o Brasil parte do dinheiro que o senhor tem na conta Dusseldorf?
      Duda - Lamento, mas não vou responder.
      Relator - Conhece a senhora Zilmar Fernandes?
      Duda - Lamento, mas não vou responder.
      Um deputado - Senhor presidente, uma questão de ordem... O senhor Duda Mendonça não pode negar-se dessa maneira a responder a todas as perguntas do relator!
      Presidente - Lamento, mas ele está protegido por uma liminar do Supremo... Prossiga, senhor relator.
      Relator - Senhor Duda Mendonça, o senhor é casado? Pode dizer o nome de sua esposa?
      Duda - Lamento, mas não vou responder.
      Relator - Quanto filhos o senhor tem?
      Duda - Lamento, mas não vou responder.
      Relator - Senhor Duda, que o senhor se negue a responder a perguntas que possam incriminá-lo, está no seu direito, mas negar-se a dizer o nome de sua esposa, me parece demais.
      Duda (depois de cochichar com o seu advogado) - Essa é a orientação que recebi de meus advogados. Da outra vez, não obedeci a orientação deles e me ferrei.
      Relator - O senhor se ferrou como?
      Duda - Lamento, mas não vou responder.
      Relator - Senhor presidente, dou por encerrado o meu inútil interrogatório.
      Presidente - Com a palavra o deputado Ambrósio.
      Deputado - Senhor Duda Mendonça, em seu primeiro depoimento, o senhor mentiu a esta comissão quando disse que tinha apenas uma conta no exterior. Admite que tem mais de uma conta no exterior?
      Duda - Lamento, mas não vou responder.
      Deputado - Senhor Duda, V.S. não acha que, negando-se a responder a toda e qualquer pergunta, está dando uma demonstração pública de culpa?
      Duda - Lamento, mas não vou responder.
      Deputado - Senhor presidente, não vejo razão para se continuar com este depoimento já que o depoente não depõe.
      Presidente - O depoimento terá que continuar, quer ele responda ou não. (A Duda) Senhor depoente, podia pelo menos responder a perguntas que não o comprometam. É impossível que todas o incriminem.
      Duda - Como não sou advogado, não posso avaliar se a pergunta me compromete ou não.
      Presidente - Mas o senhor não é débil mental, ou é?
      Duda - Lamento, mas não vou responder.
      Presidente - Com a palavra o deputado Jacinto.
      Deputado - Senhor Duda, o senhor está cometendo crime de obstrução da Justiça. Pode responder por isso mais tarde.
      Duda - Estou protegido pelo Supremo Tribunal Federal.
      Deputado - Senhor presidente, temos de reconhecer que essas decisões do Supremo concedendo aos depoentes o direito de não responder às perguntas anulam a ação do Congresso para esclarecer a verdade. A que ponto chegamos!
      Senadora - Aqui no Congresso, como no Supremo, existem pessoas desonestas e de mau caráter. Acato as decisões do Supremo, mas nem sempre as respeito, já que muitas delas não merecem ser respeitadas.
      Presidente - Com a palavra o deputado Buriti.
      Deputado - Senhor Duda Mendonça, o senhor, que gosta tanto de briga de galo, parece que hoje está fugindo da rinha. Como é mesmo que se chama o galo que foge da rinha?
      Duda - Lamento, mas não vou responder.
      Deputado - E um copo d'água? Aceita um copo d'água?
      Duda - Lamento, mas não vou responder.
      Deputado - Então aceita um cafezinho?
      Duda - Lamento, mas não vou responder.
      Deputado - Ia perguntar se o senhor gosta de pizza, mas já sei que não vai responder.
      Foi então que pensei: no caso de Duda Mendonça, que não queria dizer a verdade, o Supremo lhe concedeu uma liminar para que se calasse; em seguida, no caso do Nildo, o caseiro que queria dizer a verdade, o Supremo concedeu uma liminar para calá-lo.
      Se alguém me perguntar o que penso disso, lamento, mas acho desnecessário responder.”
    • por grota
    • 26.Mar.2006 às 11:18 - Permalink - Reportar
    grota
    • sei quem matou Jk e do paradeiro de ulisses guimaraes

      entre em contato comigo barnevelles@gmail.com
    • por Gustavo Garnevelles
    • 28.Mar.2006 às 11:29 - Permalink - Reportar
    Gustavo Garnevelles
    • tenho passagens para Pasárgada, pois lá sou amigo do rei...

      ...vendo pacotes especiais para o triângulo das bermudas.

      Entre em contato comigo euviajotuviajas@vamotur.com.br
    • por Vamotur
    • 31.Mar.2006 às 15:30 - Permalink - Reportar
    Vamotur
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